De mudança para http://adsonamt.multiply.com.
terça-feira, 3 de junho de 2008
terça-feira, 27 de maio de 2008
Balanço geral
O que dinheiro nenhum paga:
- A felicidade das pessoas, mesmo vivendo em condições precárias;
- Ver outras formas de se viver feliz;
- Tambaqui e Matrinxã em Lábrea;
- O Baré;
- Ficar surpreso com a quantidade de crianças nas escolas;
- A aventura de barco, apesar do medo;
- Ver Brasília a noite do alto é fantástico;
- Ter estado no meio da Floresta Amazônica;
- Não pegar celular em Lábrea;
- O serviço de bordo da Trip.
O que ninguém merece:
- Pisar em cocô de cachorro em Tefé;
- Os urubus em Lábrea e em Tefé, e os cachorros doentes em Tefé;
- O calor que faz em Manaus;
- Não pegar celular em Lábrea;
- O Hotel Solimões;
- A falta de chuveiro elétrico;
- A barulheira das motos em Tefé;
- Ter ficado com dor de barriga;
- O serviço de bordo da Gol;
- Os serviços de Tefé (atendimento em restaurantes, lojas, hotéis).
Dia 25 - O retorno
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Dia 24 de maio – Depois da tempestade vem...
Mais um dia de calor... Apesar de ser sábado, tivemos que voltar à secretaria no horário combinado (8h) com o “simpático” Secretário de Finanças e cunhado do prefeito. O pessoal atrasou e eu resolvi adiantar-me e ir... Subi no mototaxi, avisei que ao piloto que o meu santo era de barro e fui! Cheguei lá às 8h em ponto pra depois ninguém reclamar comigo de pontualidade. Terminamos o trabalho penoso e por volta das 10h, fizemos uma reunião de avaliação e fomos para onde? Para o “point” Panorama Hotel... O pessoal resolveu alugar um carro para dar uma volta pela cidade antes de irmos embora e eu e a colega resolvemos ficar na cidade. Fiquei sabendo que eles resolveram ir a um clube. Eu e a colega fomos almoçar no restaurante Tabatinga. O lugar parecia uma estufa! Um restaurantezinho encardido, bem mal encarado mesmo! Comi e fiquei me sentindo mal, pois fazer uma caminhada naquele calor até o hotel onde estávamos hospedados não era fácil! Ao chegar ao hotel: banheiro! Afff! Ninguém merece! Tomei um banho, desci para acertar a conta, voltei ao quarto e cochilei um pouco até a hora de sair pro aeroporto. Acordei com o pessoal chegando do clube. Quando desci, a colega estava esperando por nós e observando o temporal que estava se formando. Resolvemos fazer duas viagens até o aeroporto com o carro alugado. O combinado era fazer a primeira, descarregar, passar no hotel, pegar o dono do carro e fazer a segunda viagem, mas já estávamos com o tempo curto. Fui na primeira leva, lógico! Colocamos as malas no carro debaixo de chuva forte... Chegamos ao aeroporto e a tempestade na mesma toada... Percebemos que não dava tempo de passar no hotel para devolver o carro. Lavei minhas mãos... Voltaram ao hotel e pegaram o restante do povo. Chegaram ao aeroporto sem saber o que fazer com o carro. E a chuva caindo. Até que resolveram ligar para o Panorama e chamar a atendente (no bom e no mau sentido) para ir para o aeroporto ficar com a chave caso não conseguissem falar com o dono e ligaram pro dono ir buscar o carro. Conseguiram só depois que o avião pousou e não sei que fim tomou a novela da devolução do carro. Pareceu mágica (ou minha oração deu resultado): foi só o avião pousar (ele já vinha de outra cidade) e o céu abriu. Chegamos a Manaus depois de uma hora e meia (com uma escala em Coari e uma briga pelo preço do táxi no aeroporto) e não saí mais do hotel. Dormi depois de um China In Box.
Dia 23 de maio – Google, o salvador da Pátria.
Hoje amanheceu fazendo calor novamente e não choveu. Me levantei e fui tomar café. Ainda não estou 100% da dor de barriga, mas estou 95%. Fomos ao “escritório” para o ultimo dia de trabalho. Emiti mais uma notificação. No meio de manhã o colega apareceu com uma necessidade que iria nos tomar muito tempo, mas que deveria ser feita! Ninguém merece! Planejamos dividimos a equipe e fomos almoçar de mototaxi. Comemos num restaurantezinho bem mais pobre que o da Dona Florinda (a do Chaves mesmo), mas a comida estava bem melhor que a dos outros dias. Passamos pelo hotel e voltamos para o escritório de mototaxi. Todas as vezes que subi no mototaxi disse ao condutor que eu não estava com pressa. Continuamos o serviço braçal... E o tempo voou! Já era mais de 20h e ainda estvamos trabalhando. Os funcionários da secretaria estavam de tromba... Mas tínhamos que entregar o trabalho. Depois que terminei minha parte desci pra comprar um bolo pronto no mercadinho pro pessoal e para respirar. Quando voltei, a notícia: um dos colegas tinha perdido tudo, pois o arquivo tinha dado erro. E agora? Tentei recuperar e nada! E eu só ria... não conseguia pensar. Perguntei se tinha outros recursos instalados no PC e me disseram que não. Então sugeri deixar para amanhã e virei as costas. Foi quando me deu o “estalo”: migrar o documento corrompido pro Google Docs. Ufa! Deu certo. Passamos pela Lan House (porque o secretario de finanças estava para nos engolir porque já eram 20h) para exportar o documento para o Excel novamente... sucesso! Fiquei doido pra tomar uma caipirinha, mas fomos ao hotel antes, tomei meu banho e me arrumei pra matar minha vontade. Rodamos a cidade e nem limão tinha, quanto mais caipirinha... Comemos uma pizza tamanho GG (12 pedaços) e agora estou aqui trabalhando para encerrar amanhã o mais cedo possível.