Mais um dia de calor... Apesar de ser sábado, tivemos que voltar à secretaria no horário combinado (8h) com o “simpático” Secretário de Finanças e cunhado do prefeito. O pessoal atrasou e eu resolvi adiantar-me e ir... Subi no mototaxi, avisei que ao piloto que o meu santo era de barro e fui! Cheguei lá às 8h em ponto pra depois ninguém reclamar comigo de pontualidade. Terminamos o trabalho penoso e por volta das 10h, fizemos uma reunião de avaliação e fomos para onde? Para o “point” Panorama Hotel... O pessoal resolveu alugar um carro para dar uma volta pela cidade antes de irmos embora e eu e a colega resolvemos ficar na cidade. Fiquei sabendo que eles resolveram ir a um clube. Eu e a colega fomos almoçar no restaurante Tabatinga. O lugar parecia uma estufa! Um restaurantezinho encardido, bem mal encarado mesmo! Comi e fiquei me sentindo mal, pois fazer uma caminhada naquele calor até o hotel onde estávamos hospedados não era fácil! Ao chegar ao hotel: banheiro! Afff! Ninguém merece! Tomei um banho, desci para acertar a conta, voltei ao quarto e cochilei um pouco até a hora de sair pro aeroporto. Acordei com o pessoal chegando do clube. Quando desci, a colega estava esperando por nós e observando o temporal que estava se formando. Resolvemos fazer duas viagens até o aeroporto com o carro alugado. O combinado era fazer a primeira, descarregar, passar no hotel, pegar o dono do carro e fazer a segunda viagem, mas já estávamos com o tempo curto. Fui na primeira leva, lógico! Colocamos as malas no carro debaixo de chuva forte... Chegamos ao aeroporto e a tempestade na mesma toada... Percebemos que não dava tempo de passar no hotel para devolver o carro. Lavei minhas mãos... Voltaram ao hotel e pegaram o restante do povo. Chegaram ao aeroporto sem saber o que fazer com o carro. E a chuva caindo. Até que resolveram ligar para o Panorama e chamar a atendente (no bom e no mau sentido) para ir para o aeroporto ficar com a chave caso não conseguissem falar com o dono e ligaram pro dono ir buscar o carro. Conseguiram só depois que o avião pousou e não sei que fim tomou a novela da devolução do carro. Pareceu mágica (ou minha oração deu resultado): foi só o avião pousar (ele já vinha de outra cidade) e o céu abriu. Chegamos a Manaus depois de uma hora e meia (com uma escala em Coari e uma briga pelo preço do táxi no aeroporto) e não saí mais do hotel. Dormi depois de um China In Box.
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